Economia | Francisco Alves Pr - 28/03/2018 08:14
MUDANÇA DE RUMO NA ECONOMIA MOSTRA QUE O BRASIL PODE RETOMAR OS TRILHOS
Por: elisbertotorrecillas

Nos últimos dias temos ouvido muito sobre o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil, com uma taxa de 1% no ano de 2016. No Paraná, um pouco diferente do restante do Brasil, o crescimento foi de 2,5% por cento.

Mas o que significa isso para o cidadão? Tanto para o grande, médio empresário como para as pessoas físicas e para as empresas é o primeiro sinal da retomada da economia, da produção e, lógico, dos ganhos.

O PIB, soma de tudo que é produzido – faturado – no ano, mostra, além do próprio resultado, a tendência para os próximos períodos. Com isso, estamos retornando ao patamar produtivo que estávamos em 2011, mas já motivo para comemoração.

Em 2015 e 2016 o Brasil teve recuo de 3,50% no PIB, seja, produzimos 3,50% ao ano em relação ao ano anterior e os reflexos disso são a retração da economia, desemprego, ausência de investimentos e o que é pior, a desconfiança do mercado em produzir e investir, agravando ainda mais a crise. Assim, o governo arrecada menos, investe menos e a ressaca é sentida por todos.

Do total de R$ 6,6 trilhões produzidos em 2017, o destaque fica por conta, mais uma vez, do setor de agronegócios, responsável por 30% do PIB brasileiro. Sem o agronegócio, o PIB seria de 0,70% no ano de 2017. Só em 2017 o agronegócio cresceu 13%, puxado pela safra recorde e pelas exportações de comodities.

Todos esses fatores têm influência no nosso bolso, pois, além do nível de emprego, o controle da inflação torna nosso poder aquisitivo mais forte, com reflexos nas compras e no consumo. O leitor pode perguntar: mas o que isso implica no meu bolso?

Se estamos com nível de renda em ascensão, produção de veículos em alta, retomada do índice de confiança da indústria, valorização dos imóveis e construção civil, fica claro após analisarmos que o consumo entre as famílias, que estava negativo em 4,30% em 2016, subiu para 1% em 2017.

Mais uma vez, é o reflexo no bolso dos brasileiros. E aqui só estamos dos números de fato, sem entrar no bafafá político que toma conta do país nos últimos anos, com consequências ruis para todos os setores.

No Paraná, que responde por 6,30% de todas as riquezas geradas no Brasil, o crescimento foi de 2,50%, quase três vezes o PIB nacional, com participação de R$ 415 bilhões, esse crescimento quer dizer que mais de R$ 6,3 bilhões circulou no caixa das empresas e pessoas, destoando do restante do Brasil, puxado, mais uma vez, pelo setor do agronegócio.

Diante disso tudo, o Paraná foi quarto estado que mais criou vagas de emprego em 2018, com de 19,5 mil vagas de emprego somente em 2018, atrás de São Paulo (30 mil vagas), Santa Catarina (16,4 mil vagas) e Rio Grande do Sul (13 mil vagas).

Esses números e essa tendência mostram que estamos no rumo certo, muito embora os governantes tenham feito muito pouco ou quase nada para propiciar melhores condições de vida e educação aos brasileiros.

Boletim 01/18 – Março/18

Elisberto José Torrecillas, formado em Direito, com MBA pela FGV, atualmente é Vice-Presidente do Instituto Sicoob e Diretor do Sicoob Central Unicoob para os Estados do Paraná, Amapá e Pará.

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