Classificados | Paraná - 19/02/2019 10:59
Cidades do oeste paranaense estão entre as melhores para se viver no país
Por: Mauricio Biriba

                       As cidades de Apucarana e Paranavai estão entre as dez primeiras

Apucarana Pr

Paranavai Pr

Saiu o ranking das 100 melhores cidades pra se viver no Brasil, levantamento medido pelo Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM).

O IFDM usa como base emprego e renda, saúde e educação para definir quais são as cidades mais desenvolvidas, entre os 5,471 municípios do país – onde vivem 99,5% da população brasileira.

São Paulo é o estado que tem mais cidades no ranking, divulgado na semana passada – baseado em dados de 2016 do governo federal. Das 100 destacadas, 58 ficam em SP, ou seja, mais da metade.

Louveira, a melhor

A cidade número 1 do ranking, pelo segundo ano consecutivo, é Louveira, localizada a cerca de 70 quilômetros da capital de São Paulo.

O município tem pouco mais de 40 mil habitantes e foi o único a registrar índice acima de 0,9.

Apenas 431 municípios conseguiram nota acima 0,8 – a maior parte deles está concentrada no Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

A média do IFDM Brasil ficou em 0,6678 (sendo que, quanto mais perto de 1, melhor o grau de desenvolvimento).

Segundo lugar

Em segundo e terceiro lugares do ranking, respectivamente, aparecem as paulistas Olímpia e Estrela do Norte.

O último colocado no ranking foi o município de Ipixuna, no Amazonas, que teve nota de 0,3214.

O que pensou na péssima avaliação, segundo a Firjan, foram os indicadores de saúde, devido à falta de atendimento básico de qualidade na cidade.

No paraná 

Saiu o ranking das 100 melhores cidades pra se viver no Brasil, levantamento medido pelo Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM).

O IFDM usa como base emprego e renda, saúde e educação para definir quais são as cidades mais desenvolvidas, entre os 5,471 municípios do país – onde vivem 99,5% da população brasileira.

São Paulo é o estado que tem mais cidades no ranking, divulgado na semana passada – baseado em dados de 2016 do governo federal. Das 100 destacadas, 58 ficam em SP, ou seja, mais da metade.

Louveira, a melhor

A cidade número 1 do ranking, pelo segundo ano consecutivo, é Louveira, localizada a cerca de 70 quilômetros da capital de São Paulo.

O município tem pouco mais de 40 mil habitantes e foi o único a registrar índice acima de 0,9.

Apenas 431 municípios conseguiram nota acima 0,8 – a maior parte deles está concentrada no Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

A média do IFDM Brasil ficou em 0,6678 (sendo que, quanto mais perto de 1, melhor o grau de desenvolvimento).

Segundo lugar

Em segundo e terceiro lugares do ranking, respectivamente, aparecem as paulistas Olímpia e Estrela do Norte.

O último colocado no ranking foi o município de Ipixuna, no Amazonas, que teve nota de 0,3214.

O que pensou na péssima avaliação, segundo a Firjan, foram os indicadores de saúde, devido à falta de atendimento básico de qualidade na cidade.

As 12 Cidades Paranaense consta do ranking.

5º – Apucarana (PR)

7º – Toledo (PR)

18º – Paranavaí (PR)

19º – Pato Branco (PR)

29º – Maringá (PR)

51º – Jandaia do Sul (PR)

55º – Campo Mourão (PR)

61º – Medianeira (PR)

74º – Curitiba (PR)

84º – Francisco Beltrão (PR)

85º – Londrina (PR)

88º – Marechal Cândido Rondon (PR)

Análise

Segundo análise da Firjan, a crise econômica que o país enfrentou nos últimos anos fez com que o nível socioeconômico das cidades brasileiras retrocedesse em três anos.

De acordo com o estudo, na comparação com 2015, as áreas de educação e saúde tiveram o menor avanço da última década e não compensaram as perdas do mercado de trabalho nos últimos anos.

A análise mostra que o país está bem longe das metas estabelecidas pelo Plano Nacional de Educação (PNE), monitoradas pelo IFDM.

A meta, por exemplo, de universalizar a educação na pré-escola para crianças de 4 e 5 anos poderá ser atingida somente em 2035, caso o crescimento observado de 2014 a 2016 se mantenha.

Na análise de Emprego e Renda, o IFDM aponta que, entre 2015 e 2016, foram fechados quase 3 milhões de postos de trabalho formais no país.

Em 2016, apenas 2.254 cidades geraram empregos, ou seja, quase 60% fecharam postos de trabalho, incluindo capitais e grandes centros econômicos.

Portal do Viola com informações Revista Época

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